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terça-feira, 9 de agosto de 2011

UM CAIXÃO PARA O XERIFE (1965)



Sinopse :
Para vingar-se do homem que abusou de sua mulher e depois a matou, o xerife se une a uma quadrilha de bandidos ao qual pertence seu inimigo. Tomando cuidado para não deixar revelar quem realmente ele é, o xerife inicia seu plano de vingança.




Dados do arquivo:
Ano de Lançamento :1965
Título Original : Una Bara per lo sceriffo / Lone and Angry Man
Título no Brasil : Um Caixão Para o Xerife
País de Origem: Itália / Espanha
Gênero: Faroeste
Duração : 105 Minutos
Formato Vídeo : XviD
Formato Áudio: Mp3
Qualidade: DvdRip
Resolução : 624 x 336
Tamanho : 701 Mb
Idioma: Português|Inglês
Legenda: Português


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Wupload
Fileserve







quinta-feira, 4 de agosto de 2011

CORAÇÃO DE AÇO (1933)






Sinopse : O melhor do faroeste está garantido quando se tem John Wayne em ação. Desta vez ele, é o xerife John Carruthers, que tenta limpar a cidade de Yucca da presença nociva e repetida de um grupo de bandoleiros. Ao mesmo tempo, entre uma briga ou um tiroteio, o Duke tenta conquistar o amor de Bett Mason (Eleanor Hunt). As belas paisagens do Oeste Americano e a convincente atuação de um dos cowboys mais famosos do cinema ficam ainda melhores nesta versão restaurada e digitalmente colorizada.




Dados do arquivo:
Ano : 1933
Título Original: Sagebrush Trail
Titulo no Brasil: John Wayne : Coração de Aço
Gênero: Faroeste
Duração: 55 Minutos
Qualidade: DvdDRip
Formato: Avi
Tamanho: 698 Mb
Áudio: Português
Legenda : S / L

Megaupload

terça-feira, 14 de junho de 2011

A ÁRVORE DA VIDA ( 2011)




The Tree of Life (br/pt:A Árvore da Vida) é um filme americano de 2011, escrito e dirigido por Terrence Malick e estrelado por Brad Pitt, Sean Penn e Jessica Chastain. O filme mostra as origens e o significado da vida através dos olhos de uma família da década de 1950 no Texas, tendo temas surrealistas e imagens atráves do espaço e o nascimento da vida na Terra, levantando comparações com 2001: A Space Odyssey, de Stanley Kubrick. O filme estreou no dia 16 de maio no Festival de Cannes, vencendo a Palma de Ouro de Melhor Filme, depois de ter sido desenvolvido por Malick há décadas e ter sido adiado várias vezes. Foi lançado no dia 27 de maio de forma limitada nos Estados Unidos, recebendo críticas muito positivas.


Sinopse:
O filme segue a jornada da vida de Jack, pela inocência de sua infância para as desilusões de seus anos adultos enquanto ele tenta reconciliar a complicada relação com seu pai. Jack se encontra como uma alma perdida no mundo moderno, procurando respostas para a origem e o significado da vida, enquanto questiona a existência da fé



Elenco:
Brad Pitt como Sr. O'Brian
Sean Penn como Jack
Jessica Chastain como Sra. O'Brian
Hunter McCracken como jovem Jack
Laramie Eppler como R.L.
Tye Sheridan como Steve
Kari Matchett como Ex de Jack
Joanna Going como Esposa de Jack
Kimberly Whalen como Sra. Brown
Jackson Hurst como Tio Roy
Fiona Shaw como Avó
Crystal Mantecon como Elisa
Tamara Jolaine como Sra. Stone
Dustin Allen como George Walsh



Produção.



Desenvolvimento:
Terrence Malick apresentou o conceito de The Tree of Life para Bill Pohlad, chefe da River Road Entertainment, enquanto colaboravam em um rascunho para o filme Che. Pohlad inicialmente achou a ideia "maluca", porém quando o conceito evoluiu, ele começou a ficar con= The Tree of Life foi anunciado em 2005, com a companhia indiana Percept Picture Company financiando. O filme seria parcialmente filmado na Índia, com a pré-produção agendada para começar em janeiro de 2006. Colin Farrell e Mel Gibson estiveram relacionados ao projeto. Porém os planos não deram certo.


Em outubro de 2007, Pohlad anunciou seus planos para produzir o filme através da River Road. Sean Penn e Heath Ledger estavam sendo considerados para estrelar.[6] Em dezembro de 2007, Brad Pitt estava conversando com a produção para substituir Ledger, com Penn escalado para o filme.


Filmagens
As filmagens começaram no Texas. O diretor de fotografia Emmanuel Lubezki retornou para trabalhar com Malick após a colaboração em The New World. Locações incluíam Smithville, Houston, Matagorda, Bastrop, Austin e a cidade natal de Malick, Waco.


A árvore que dá nome ao filme é um grande carvalho. Ela foi extraída de uma propriedade a alguns quilômetros de Smithville. A árvore de 29 toneladas foi colocada em um caminhão e replantada em Smithville.


Pós-produção
Depois de quase trinta anos longe de produções de Hollywood, o famoso supervisor de efeitos especiais Douglas Trumbull contribuíu com os efeitos especiais de The Tree of Life. Malick, um amigo de Trumbull, falou com ele sobre o trabalho nos efeitos especiais e mencionou que não gostava do visual de imagens geradas por computador. Trumbull perguntou à Malick, "Por quê não fazer do jeito antigo? Do modo que fizemos em 2001?"


Lançamento:
Em março de 2009, o supervisor de efeitos especiais Mike Fink disse que uma versão do filme seria lançada em IMAX junto com uma versão convencional. O fime em IMAX revelou-se ser The Voyage of Time, um documentário se expandindo nas cenas, filmadas em IMAX, da "história do universo" em The Tree of Life, que os produtores decidiram lançar posteriormente para não "canibalizar" a estréia do filme.


O filme estreou no dia 16 de maio de 2011, em competição no Festival de Cannes. Terrence Malick queria que o filme fosse exibido fora da competição, porém seus produtores o convenceram do contrário. Em 27 de maio, o filme estreiou de forma limitada nos Estados Unidos.


Atrasos e questões de distribuição:
Por maio de 2009, The Tree of Life havia sido vendido para um grande número de distribuidores internacionais, incluindo França, Espanha, Reino Unido e Austrália,[15] porém ainda não possuía um distribuidor americano. Em agosto de 2009, foi anunciado que o filme seria distribuído nos EUA pela Apparition, uma nova distribuidora fundada pelo chefe da River Road Entertainment, Bill Pohlad, e pelo antigo chefe da Picturehouse, Bob Berney. Uma data de lançamento provisória foi anunciada para 25 de dezembro de 2009, porém o filme não estava completo na época. Os organizadores do Festival de Cannes conduziram negociações para ter a estréia no festival de 2010, com Malick enviando uma versão do filme para Thierry Fremaux e para o comitê de seleção de Cannes. Apesar de Fremaux ter adorado o corte e desejar muito mostrar o filme no festival,  Malick disse que sentia que o filme não estava pronto. Na véspera do Festival de Cannes de 2010, Berney subitamente anunciou sua saída da Apparition, deixando o futuro da companhia incerto.[19] Pohlad decidiu manter The Tree of Life na Apparition, depois de uma reestruturação, contratando Tom Ortenberg para ser o consultor no lançamento do filme. Uma nova data de lançamento foi marcada para o final de 2010, na época das considerações para os grandes prêmios.


No final, Pohlad decidiu fechar a Apparition e vender os direitos do filme. Exibições privadas para interessar a Fox Searchlight Pictures e a Sony Pictures Classics ocorreram no Festival de Cinema de Telluride de 2010. Em 9 de setembro, a Fox Searchlight anunciou a aquisição de The Tree of Life.
Em 28 de março de 2011, foi noticiado que a Icon Entertainment, distribuidora do filme no Reino Unido, estava planejando lançar The Tree of Life em 4 de maio de 2011. Isso faria o Reino Unido a primeira região a ver o filme,[24] antecedendo a estréia esperada no Festival de Cannes de 2011, o que disqualificaria o filme de uma inclusão na Palma de Ouro.[25] Como resultado, um surto de interesse no filme se desenvolveu internacionalmente.[24] Representantes da Fox Searchlight disseram que essa estréia britânica era "improvável";  mesmo assim, a Icon manteve a estréia do filme para 4 de maio. Em 31 de março, a Summit Entertainment anunciou que a Icon havia perdido os direitos de distribuir The Tree of Life no Reino Unido por não cumprimento de contrato.


Divulgação:
Um pôster promocional do filme foi revelado no American Film Market em 3 de novembro de 2010.[29] O trailer estreou nos cinemas americanos em 3 de dezembro de 2010, anexado as cópias de Black Swan. Duas fotos oficiais do filme haviam sido lançadas no dia anterior. O trailer foi lançado oficialmente na internet no dia 15 de dezembro, junto com um novo pôster.
No Brasil, o trailer foi anexado às cópias de Bruna Surfistinha.
O pôster teatral foi lançado na internet no dia 28 de março de 2011, junto com uma página Tumblr contendo imagens do filme. 


Em 7 de abril, a Fox Searchlight Pictures revelou um novo site promocional, TwoWaysThroughLife.com, contendo 20 vídeos curtos do filme.


Recepção:
Brad Pitt promovendo o filme no Festival de Cannes 2011.
As primeiras reações no Festival de Cannes foram polarizadas, com o filme atraindo vaias e aplausos. Mesmo assim, The Tree of Life foi recebido com críticas muito positivas pela imprensa especializada, vencendo a prestigiada Palma de Ouro do festival. No site Rotten Tomatoes o filme possui um índice de aprovação de 86%, com uma nota média de 8,2/10. O consenso é "O estilo singular deliberado de Terrence Malick pode não ser recompensador para alguns, mas para um espectador paciente, The Tree of Life é um deleite emocional como visual".[37] No agregador Metacritic, o filme tem um indíce de 87/100, baseado em 36 resenhas, indicando "aclamação universal".
Roger Ebert deu ao filme quatro estrelas de quatro e escreveu, "The Tree of Life é um filme de vasta ambição e de profunda humildade, tentando nada menos do que englobar toda a existência e vê-la através do prisma de algumas vidas infinitésimas" e "Houve vários diretores que ansiavam por fazer nada menos que uma obra prima, porém agora há poucos. Malick se manteve verdadeiro a essa esperança desde seu primeiro filme em 1973".
Peter Bradshaw do The Guardian deu ao filme perfeitas cinco estrelas e afirmou que é uma "descarada reflecção (reflexão) épica sobre amor e perda" e um "filme maluco e magnífico".
Todd McCarthy, do The Hollywood Reporter, afirma "Brandindo uma ambição é provável que nenhum filme, incluindo este, possa cumprir integralmente, The Tree of Life é mesmo assim um trabalho singular, um inquérito metafísico impressionista sobre o lugar da humanidade no grande esquema das coisas que enviam ondas de percepções em meio a suas imprecisões narrativas"Justin Chang, escrevendo para a Variety, diz que o filme "representa algo extraordinário" e "é de muitas formas o trabalho mais simples e o mais complicado [de Malick], uma odisséia transfixante através do tempo e memórias que mesclam a formação de um garoto dos anos 1950 com uma magistral reflexão sobre as origens da Terra". Peter Travers da Rolling Stone deu ao filme quatro estrelas e meia de cinco, e diz, "Filmado com um olho poético, o filme de Malick é pioneiro, uma visão pessoal que se atreve a alcançar as estrelas". A. O Scott do The New York Times elogiou muito o filme e disse que, "A enorme beleza do filme é quase esmagadora, porém como outros trabalhos de arte com espiríto religioso, suas glórias estéticas são amarradas a um propósito humilde e exaltado, que é fazer brilhar a luz do sagrado e da realidade secular".


Dados do Arquivo:
Título Original: The Tree of Life
Título Traduzido: A Árvore da Vida
Duração: 138 Min
Gênero: Drama
Ano de Lançamento: 2011
Tamanho: 700 MB
Formato: Avi
Qualidade: CAM
Idioma: Inglês


segunda-feira, 13 de junho de 2011

MAR DE FOGO ( 2004 )



Hidalgo (Mar de Fogo (título no Brasil) ou Hidalgo - O Grande Desafio (título em Portugal)) é um filme estadunidense de 2004, do gênero aventura, dirigido por Joe Johnston.

Sinopse:
Em 1890, um líder árabe convida um estadunidense, Frank T. Hopkins, e seu cavalo mustang Hidalgo para participarem da corrida de três mil milhas sobre o deserto da Arábia, evento até então reservado apenas para os cavalos daquela nacionalidade ou de linhagens nobres. Hopkins e seu cavalo mestiço haviam se tornado famosos ao participarem do show de Buffalo Bill no Oeste Selvagem, além de possuir muita experiência e êxito em corridas no deserto.

Elenco:
Viggo Mortensen
Omar Sharif
Zuleikha Robinson
Saïd Taghmaoui
Harsh Nayyar

Título Original: Hidalgo
Tamanho: 394 MB
Formato: RMVB – DVDRip
Áudio: Português
Gênero: Aventura
Servidor: Megaupload



ÚLTIMO TANGO EM PARIS ( 1972 )



Último Tango em Paris (italiano: Ultimo Tango a Parigi; francês: Le Dernier Tango à Paris) é um drama erótico franco-italiano de 1972, dirigido por Bernardo Bertolucci e estrelado por Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider. Considerado uma obra-prima cinematográfica  e um sucesso de bilheteria mundial, a violência sexual e o caos emocional do filme levaram a uma grande polêmica internacional sobre ele, que provocou vários níveis de censura governamental ao redor do mundo.



Sinopse:
A ilustração descreve uma cena do filme em sua iluminação, direção de arte e posição dos atores.
Paul (Brando), um americano de meia-idade em Paris, em luto pela morte da mulher recém acontecida, encontra-se num apartamento anunciado para aluguel com uma jovem parisiense de espírito livre, Jeannie (Schneider), que os dois estavam interessados em alugar. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local e Paul exige que eles não troquem qualquer tipo de informação um do outro, nem seus nomes.

Paul aluga o apartamento e o casal continua a encontrar-se ali até o dia em que Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro e vê que Paul desapareceu, levando suas malas. Mais tarde, ele a encontra na rua e a leva a uma casa de tangos, onde diz que pretende iniciar nova relação com ela, conhecendo-se melhor, e começa a contar-lhe sua vida. Jeannie se desilude com a perda do anonimato e rompe o relacionamento. Sem querer perdê-la, Paul a segue até o apartamento onde ela morava com a mãe, onde a relação termina em tragédia.


Produção:
A idéia do filme veio das fantasias eróticas de Bertolucci, que certa vez viu uma bela mulher desconhecida na rua e imaginou em ter relações sexuais com ela sem nem saber quem era. O roteiro foi escrito por ele, Fanco Arcalli e Agnès Varda, que cuidou dos diálogos adicionais. A fotografia foi entregue ao premiado Vittorio Storaro.
Bertolucci havia considerado Jean-Louis Trintignant e Dominique Sanda para os papéis principais, mas Trintignant acabou recusando o roteiro e quando Brando o aceitou, Sanda estava grávida e não pode mais fazer o filme. A trilha sonora jazzística, que se tornou famosa, é do compositor e arranjador argentino Gato Barbieri, transformado em estrela internacional da música após o sucesso do filme.

Assim como em filmes anteriores, Marlon Brando recusou-se a decorar suas falas em várias cenas. Ao invés disso, ele escrevia as falas em cartazes espalhados pelo set de filmagem e deixava o problema de não enquadrá-los na câmera para Bertolucci e Storaro. Durante o monólogo sobre a morte de sua mulher, por exemplo, sua dramática expressão levantando os olhos enquanto falava, não é um recurso de interpretação, mas uma procura pelo próximo cartaz. Ele chegou a pedir a Bertolucci para escrever algumas falas nas costas de Schneider, o que o diretor recusou.

Durante as entrevistas de publicidade para o lançamento do filme, Bertolucci declarou que 'Maria tinha desenvolvido uma fixação edipiana em Brando'. Na mesma ocasião, ela declarou que 'Brando lhe tinha enviado flores e se comportado como um pai durante as filmagens',  mas negou a afirmação anos depois, dizendo que "Brando tentou uma relação paternalista comigo, mas o que houve não era exatamente uma relação entre pai e filha." Mais tarde, Schneider deu outras declarações sobre humilhação sexual durante as filmagens:

"Eu deveria ter chamado meu agente ou meu advogado ao set, porque não se pode forçar alguém a fazer algo que não esteja no roteiro, mas na época, eu não sabia disso. Marlon me disse: 'Maria, não se preocupe, é só um filme'. Mas durante a famosa cena, mesmo que ele não estivesse me possuindo realmente, eu me senti humilhada e as minhas lágrimas eram verdadeiras. Me senti algo estuprada, tanto por Brando quanto por Bertolucci. Após a cena, Marlon não me consolou nem se desculpou. Felizmente, foi gravado em apenas uma cena."

Maria depois declararia que fazer o filme foi 'o único arrependimento de sua vida', que ele 'havia arruinado sua carreira' e que considerava Bernardo Bertolucci um 'gangster e um cafetão'. Assim como Schneider, Brando depois declarou sentir-se violado e humilhado pelo filme e disse a Bertolucci que 'se sentia completamente e interiormente violado por ele e que jamais faria outro filme como aquele'.



Repercussão internacional:
A famosa cena em que Paul (Brando) sodomiza Jeannie (Schneider) com ajuda de manteiga, causou escândalo, polêmica e censura mundial ao filme.
Último Tango em Paris estreou nos Estados Unidos diante de uma enorme controvérsia. O frenesi da imprensa em torno dele gerou enorme interesse do público assim como grande condenação moral, levando a reportagens de capa nas duas maiores maiores revistas semanais do país, TIME - que colocou Brando na capa  e Newsweek. 

O Village Voice descreveu passeatas de comitês de moralidade na porta de cinemas e 'mulheres bem vestidas vomitando'. Vincent Canby, crítico do The New York Times, descreveu o contexto sexual do filme como 'a expressão artística da era de Norman Mailer'. O principal centro do escândalo provocado, são as cenas de penetração anal, onde 'Paul' sodomiza 'Jeannie' usando manteiga como lubrificante  e quando ele pede a ela que enfie os dedos em seu ânus ou prometa fazer sexo com um porco, provando sua devoção a ele.

A prestigiada crítica Pauline Kael, da revista The New Yorker, deu ao filme um dos mais entusiáticos endossos de sua carreira profissional, considerando que ele tinha 'mudado a face de uma forma de arte, um filme que as pessoas esperam por ele há muito, muito tempo, desde que filmes existem'. Seu elogio, vindo de alguém tão comedida neles e com tanto prestígio na indústria, foi republicado pela United Artists num anúncio do filme em página dupla na edição dominical do New York Times. Ele é considerado, inclusive, como a mais influente crítica de sua carreira.

O diretor Robert Altman assistiu ao filme e declarou que saiu da sala de projeção e disse a si próprio, "Quem vai se preocupar se eu fizer um novo filme? Minha vida pessoal e artística nunca mais será a mesma". Brando e Bertolucci foram ambos indicados ao Oscar como melhor ator e melhor diretor.

Na França, onde o Le Journal du Dimanche o chamou de um dos maiores filmes da história, o público enfrentava filas de duas horas nas ruas durante seu primeiro mês de exibição em sete cinemas de Paris.

Na Grã-Bretanha, os censores diminuíram a duração da cena de sodomia para permitir que ele estreasse no país. enquanto políticos conservadores lamentavam a decisão como 'uma licença para a degradação'.

Na Itália, o filme foi lançado apenas em dezembro de 1975, mas uma semana depois a polícia confiscou todas as cópias por ordem da Justiça e Bernardo Bertolucci foi processado por obscenidade. Após vários apelos em diversas instâncias, a Suprema Corte Italiana selou o destino do filme na Itália, ordenando que todas as cópias fossem destruídas. Bertolucci foi condenado a quatro meses de prisão, sentença suspensa, e teve seus direitos civis e políticos cassados por cinco anos.
Apenas em 1987, quinze anos após seu lançamento original, com a entrada em vigor de uma nova lei de costumes, Tango pôde finalmente ser exibido integralmente na Itália.

No Brasil, por causa da censura militar, o filme só foi liberado em 1979. e no Chile de Augusto Pinochet, passou trinta anos proibido.

Elenco:
Marlon Brando… Paul
Maria Schneider… Jeanne
Jean-Pierre Léaud… Tom
Massimo Girotti… Marcel
Maria Michi
Giovanna Galletti
Luce Marquand

DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Bernardo Bertolucci
Áudio: Inglês/Francês
Legendas: Português (separadas)
Duração: 124 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 699 MB
Formato: AVI
Servidor: Fileserve





sábado, 4 de junho de 2011

QUEM DISPARA PRIMEIRO ( 1968 )

Sinopse:
Após um violento assalto a uma diligência, com muitos tiros e ação explosiva, dois pistoleiros Tim e Larry, aparecem do nada, sem nenhuma informação sobre seu passado. Em seu caminho, os dois vigaristas enfrentam muitas aventuras e bandidos rápidos no gatilho.


Dados do Filme:
Tamanho: 498 MB
Formato: DVDRip/Avi
Idioma: Portugues
Lançamento: 1968
Servidores: Megaupload


sábado, 28 de maio de 2011

JOHNNY WEISSMULLER



Johnny Weissmuller, nascido János Weißmüller, (Timişoara, Romênia, 2 de junho de 1904 - Acapulco, México, 20 de janeiro de 1984) foi um atleta e ator estadunidense, famoso por interpretar Tarzan, o personagem de ficção criado pelo escritor estadunidense Edgar Rice Burroughs.


Biografia:
Nascido no Banat, mais precisamente na localidade de Freidorf, hoje bairro da cidade de Timişoara na Romênia (à época parte do Império Austro-Húngaro), Weissmuller era filho de uma família de etnia alemã. Sua família emigrou para os Estados Unidos quando Johnny tinha apenas sete meses de idade.
Antes de entrar para o cinema, Weissmuller teve uma carreira excepcional como desportista, tendo conquistado cinco medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928. Ele estabeleceu 67 recordes mundiais de natação e ganhou 52 campeonatos nacionais, sendo considerado um dos melhores nadadores de todos os tempos.
Em 1934 imortalizou no cinema o famoso personagem Tarzan. O cinema transformou Tarzan, já conhecido através dos romances de Edgar Rice Burroughs, em mito conhecido universalmente e Weissmuller fez doze filmes como o homem macaco, celebrizando o famoso e estilizado grito do personagem.
Depois de Tarzan, ele interpretou com sucesso o personagem Jim das Selvas na série do mesmo nome, feita para a Columbia entre 1948 e 1955. Foram dezesseis filmes ao todo, com duração média de setenta minutos cada. Em 1955, a série transferiu-se para a TV, tendo sido feitos vinte e seis episódios de meia hora cada. Já envelhecido e obeso, Weissmuller tentava dar vida a um personagem atlético e aventureiro, calcado na legendária figura de Tarzan. Esse final melancólico marcou sua despedida das câmaras, tendo retornado apenas em pequenos papéis em dois filmes na década de 1970.
No final dos anos 1950, Weissmuller mudou-se para Chicago, onde fundou uma empresa de piscinas. Seguiram-se outros empreendimentos, a maioria envolvendo Tarzan ou a natação de uma forma ou de outra, mas sem grandes resultados. Aposentou-se em 1965 e no ano seguinte juntou-se aos ex-Tarzans Jock Mahoney e James Pierce para a campanha publicitária de lançamento da série de TV Tarzan, estrelada por Ron Ely. Em 1967, sua imagem foi imortalizada na capa do LP Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles.
Morreu vítima de um edema pulmonar em Acapulco, no México, onde vivia com a sexta esposa há sete anos para se recuperar de uma trombose.





Filmografia


Os títulos em português referem-se a exibições no Brasil.


Cinema
A Glorificação da Beleza (Glorifying the American Girl, 1929); musical; Weissmuller aparece em um dos segmentos
Big Splash, 1931; curta-metragem sobre natação
Water Bugs, 1931
Swim or Sink, 1931
The Human Fish, 1932
Tarzan, O Filho das Selvas (Tarzan, the Ape Man, 1932); série Tarzan na MGM
A Companheira de Tarzan (Tarzan and His Mate, 1934); idem
A Fuga de Tarzan (Tarzan Escapes, 1936)
O Filho de Tarzan (Tarzan Finds a Son!, 1939)
O Tesouro de Tarzan (Tarzan's Secret Treasure, 1941)
Tarzan Contra o Mundo (Tarzan's New York Adventure, 1942)
Tarzan, O Vingador (Tarzan Triumphs, 1943); série Tarzan na RKO
Tarzan e o Terror do Deserto (Tarzan's Desert Mistery, 1943)
Tarzan e as Amazonas (Tarzan and the Amazons, 1945); idem
Tarzan e a Mulher-Leopardo (Tarzan and the Leopard Woman, 1946)
Tarzan e a Caçadora (Tarzan and the Huntress, 1947)
Tarzan e as Sereias (Tarzan and the Mermaids, 1948)
Jim das Selvas (Jungle Jim, 1948); série Jim das Selvas na Columbia
A Tribo Perdida (The Lost Tribe, 1949)
A Lagoa dos Mortos (Captive Girl, 1950)
A Marca do Gorila (Mark of the Gorilla, 1950)
A Ilha dos Pigmeus (Pygmy Island, 1950)
Fúria no Congo (Fury of the Congo, 1951)
Cacique Branco (Jungle Manhunt, 1951)
Terra Proibida (Jungle Jim in the Forbidden Land, 1952)
O Tigre Sagrado (Voodoo Tiger, 1952)
Tulonga, A Ilha Condenada (Savage Mutiny, 1953)
Vale dos Canibais (Valley of the Headhunters, 1953)
O Gorila Assassino (Killer Ape, 1953)
Caçadores de Cabeças (Jungle Man-Eaters, 1954)
O Homem-Crocodilo (Cannibal Attack, 1954)
Deusa da Lua (Jungle Moon Men, 1955)
A Deusa Pagã (Devil Goddess, 1955); idem
Conjunto de Espiões (The Phynx, 1970); pequeno papel, interpretando a si mesmo
Won Ton Ton, O Cão Que Salvou Hollywood (Won Ton Ton, The Dog Who Saved Hollywood, 1976); idem, operário de um cinema


Televisão
Série Jim das Selvas, vinte e seis episódios, rede NBC, 1955





                                                O TESOURO DE TARZAN ( 1941 )



Sinopse:
O garoto Boy casualmente encontra pepitas de ouro no fundo de um rio e, involuntariamente, acaba revelando o segredo a exploradores inescrupulosos. O enredo do filme dá margem a um crítica severa ao chamado "mundo do homem civilizado", sempre visando a riqueza a qualquer custo. Aventura super eletrizante com Jane (OSullivan) e Tarzan (Wiessmuller), um dos maiores heróis do cinema de todos os tempos.


Dados do arquivo:
Tamanho: 800 Mb
Duração: 01:20:57
Video Codec : Xvid
Áudio Codec : MP3
Dual Áudio: Português / Ingles
File Size : 800 Mb
Duração: 01:20:57
Servidor: Megaupload ( 6 partes )





terça-feira, 10 de maio de 2011

DUELO DE GIGANTES ( 1976 )



The Missouri Breaks (Brasil: Duelo de Gigantes ). É um filme estadunidense de 1976 do gênero faroeste, dirigido por Arthur Penn.
A produção marca o encontro nas telas de dois dos mais populares e premiados atores do cinema americano da época, Marlon Brando e Jack Nicholson. O roteiro é de Thomas McGuane e a trilha sonora é de John Williams.
O título se refere à uma região acidentada no centro-norte de Montana, escavada pela águas do Rio Missouri, que erode as rochas do entorno e forma grandes porções submersas de sedimento, os "breaks", que, conforme mostrado no filme, permitiam a travessia do grande rio por parte de cavaleiros com suas montarias, um tanto perigosa e traiçoeira devido à pouca firmeza do fundo arenoso e por isso, em geral, só tentada por índios, fugitivos e bandoleiros.



Sinope:
O filme se passa por volta de 1880 e começa com o poderoso e soturno fazendeiro viúvo de Montana David Braxton enforcando sem julgamento um jovem ladrão de cavalos. O líder da gangue dos bandoleiros, Tom Logan, percebe que ele e seus homens devem mudar seu modo de agir, pois sentem que a região tornou-se perigosa para os fora-da-lei. Os bandidos então executam um assalto a um trem de passageiros, tentando fazerem-se passar pelo bando de Jesse James. Com o dinheiro roubado compram um rancho na vizinhança de David Braxton. A intenção é manter os cavalos que roubam ali por um tempo, até que as marcas dos proprietários desapareçam e eles possam negociá-los no Kansas. No entanto, em vingança pela morte de seu comparsa, os bandidos capturam e enforcam o maldoso capataz de Braxton. Para o lugar dele, Braxton manda buscar então o pistoleiro de aluguel (chamado no filme de "regulator") do Wyoming, o excêntrico Robert E. Lee Clayton.
Clayton de imediato desconfia de Logan, e passa a vigiá-lo à distância, buscando evidências de que de fato são os homens que roubam o gado na região e com isso, justiçá-los.

Elenco:
Marlon Brando... Robert E. Lee Clayton
Jack Nicholson... Tom Logan
Randy Quaid...Little Tod
Kathleen Lloyd... Jane Braxton
Frederic Forrest...Cary
Harry Dean Stanton...Calvin
John McLiam...David Braxton
Steve Franken

Fique Sabendo:
# Brando dá a seu personagem uma conotação explicitamente homossexual, vestindo-se de mulher e chamando a si mesmo de "vovózinha" numa cena em que embosca e mata um dos bandoleiros que persegue. Em outra cena ele é visto tomando um banho de espuma numa banheira feminina que teria pertencido à esposa falecida do fazendeiro que contratou seu personagem. Já Nicholson parece querer realçar o caráter heterossexual de seu personagem, Logan, que, mesmo passando boa parte do filme conversando com sua gangue só de homens ou cuidando de uma horta, está sempre falando de mulheres, além de manter um quente relacionamento amoroso com Jane, a filha do fazendeiro Braxton. Na cena em que ele se encontra com o personagem de Brando na banheira, o pistoleiro se nega a enfrentá-lo e lhe dá as costas. Logan então raivosamente atira na peça, fazendo um furo e esvaziando a água, interrompendo o banho do antagonista.

# O filme foi incluído na lista da American Humane Association, como "inaceitável", devido às notícias de crueldade infligidas aos animais durante as filmagens.

Dados Do Arquivo:
Diretor: Arthur Penn
Áudio: Inglês
Legendas: PT/BR (separadas)
Duração: 126 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 1,3 Gb
Formato: AVI
Servidor: Megaupload - Fileserve.


Links Megaupload



domingo, 8 de maio de 2011

A MEGERA DOMADA ( 1967 )



A Megera Domada, no Brasil, e A Fera Amansada, em Portugal) é uma peça teatral do dramaturgo inglês William Shakespeare, uma das primeiras comédias escritas pelo autor. Tem como tema central – que compartilha com outras comédias do autor, como Much Ado About Nothing (Muito Barulho por Nada) e A Midsummer Night's Dream (Sonho de uma Noite de Verão) – o casamento, a guerra dos sexos e as conquistas amorosas. Contudo, A Megera Domada diferencia-se ao dedicar boa parte da ação à vida matrimonial, ou seja, aos acontecimentos que se sucedem à cerimônia nupcial em si, já que não raro as comédias shakespeareanas tem o casamento como final da ação, a exemplo de Much Ado About Nothing. Os principais personagens são Lucêncio, o filho de um rico mercador, e seu empregado Trânio; Petruchio, um rico viajante; Catarina, uma megera; e a doce e meiga Bianca.

Fique Sabendo:
A trama, relativamente simples, teria sido coletada por Shakespeare de antigos contos da tradição oral e diz respeito a um pai, Batista, que estabelece como condição para ceder a mão de sua filha mais jovem, a bela e doce Bianca, aos possíveis pretendentes, que sua filha mais velha, a megera Catarina, consiga antes um esposo. Bianca tem não menos que três pretendentes – Gremio, Hortencio e Lutencio, este último um jovem forasteiro que chega à cidade de Pádua e enamora-se de imediato por Bianca. Os dois primeiros, rivais nas pretensões de casar-se com Bianca, fazem um acordo para conseguir um marido para Catarina e, assim, deixar livre o caminho para seguirem em sua disputa amorosa. Petrúquio, um nobre falido de Verona, chega à cidade em busca de um bom casamento e apaixona-se pela ideia de se casar com Catarina, proposta feita a ele por seu amigo Hortencio. Aparentemente contra a vontade da moça, o casamento de Catarina e Petrúquio é realizado e ambos voltam para Verona, onde o esposo, impondo algumas privações e um tanto de mau humor à nova esposa, termina por amansá-la. Após diversas peripécias, dentre as quais o disfarce dos rivais em professores de música e retórica para que pudessem fazer a corte à jovem Bianca, Lucencio e Bianca casam-se, em segredo; Batista e Vicencio, pai de Lucencio, terminam por aceitar o casamento dos jovens e, ao final, Petrúquio prova a todos que Catarina tornou-se uma esposa mais obediente que a doce Bianca.

Técnicas:
The Taming of the Shrew, pintura de Augustus Egg
Para obter o efeito desejado em “A Megera Domada”, o riso, Shakespeare usa diversos elementos anteriormente citados. A trama central, por exemplo, parte justamente de uma quebra de expectativa – a forma de agir de Catarina, a de uma mulher insubmissa, e a maneira pela qual ela é conquistada pelo futuro esposo, Petruqúio –, a qual é reforçada pelo uso exacerbado do engano e das inversões retratadas nos disfarces usados pelos pretendentes para obter o acesso à jovem Bianca com o intuito de cortejá-la. Além disso, há a forma grosseira com que Petrúquio trata os demais, em contraste com todo o ambiente de cavalheirismo e cortesias extremadas dos que disputam o amor da irmã de sua noiva Catarina – um contraste que é refletido até mesmo na forma de vestir e no desrespeito às regras de etiqueta na cena do casamento.
O engano e a assimilação para melhor, bem como a quebra de hierarquia, estão presentes, aliás, já no prólogo da peça, no qual Shakespeare cria uma situação cômica na qual um lorde resolve brincar com um bêbado miserável que encontra em uma taverna, Sly, vestindo-o de roupas nobres e cercando-o de cuidados e serviçais, para que ele pensasse ser um nobre que acordava de um pesadelo no qual vivia na pobreza absoluta. Curiosamente, tal prólogo, que serviria de moldura à trama central de The Taming of the Shrew, já que esta seria uma “peça dentro da peça”, encenada para o nobre/miserável Sly por um grupo de atores, não é retomado ao final do texto de Shakespeare, provavelmente por uma extração feita da peça original no decorrer dos tempos. Há registros de versões anteriores na qual a trama do prólogo é retomada ao final da peça, como o despertar de Sly novamente como um reles bêbado na taverna de onde o lorde o havia recolhido para seu jogo cômico, dizendo que “havia tido o mais incrível dos sonhos” e que agora ele, Sly, “sabia como devia tratar a mulher em casa”.
Há ainda, em “A Megera Domada”, um interessante paralelismo entre as tramas de Lucentio/Bianca e Petrucchio/Katherine. Em verdade, a primeira parece assumir um caráter de protagonista em boa parte da peça, servindo a relação conflituosa de Petrucchio e Katherine como um contraponto burlesco ao amor proibido e sublimado de Lucentio e Bianca. Além disso, o relacionamento de Katherine e Petrucchio oferece a Shakespeare a possibilidade de composição de um humor popular que atingiria boa parte do público de seu teatro, em oposição ao humor que a relação de Lucentio e Bianca podem oferecer, algo mais sofisticada.

 Brasil:
Três telenovelas foram baseadas nessa peça:A Indomável da TV Excelsior (1965), O Machão (1976 - 1978) da TV Tupi e O cravo e a rosa (2000 - 2001)) da TV Globo. O texto também foi adaptado para os palcos da Broadway, no musical Kiss me, Kate. No cinema, foi adaptada por Sam Taylor (1929), com Mary Pickford e Douglas Fairbanks como casal principal, além da versão de Franco Zefirelli (1967), com Elizabeth Taylor e Richard Burton nos papéis principais, além do filme 10 coisas que eu odeio em você, baseado na peça.

Elenco:
Elizabeth Taylor ... Katharina
Richard Burton ... Petruchio
Cyril Cusack ... Grumio
Michael Hordern ... Baptista
Alfred Lynch ... Tranio
Alan Webb ... Gremio
Giancarlo Cobelli ... The Priest
Vernon Dobtcheff ... Pedant
Ken Parry ... Tailor
Anthony Gardner ... Haberdasher
Natasha Pyne ... Bianca
Michael York ... Lucentio
Victor Spinetti ... Hortensio
Roy Holder ... Biondello
Mark Dignam ... Vincentio
Bice Valori ... The Widow
Tina Perna
Alberto Bonucci ... Nathaniel
Milena Vukotic
Alfredo Bianchini
Valentino Macchi
Roberto Antonelli ... Philip
Salvatore Billa
Lino Capolicchio ... Gregory
Liana Del Balzo ... Bit Part
Gianni Magni ... Curtis

Ficha Técnica:
# Título no Brasil: A Megera Domada
Título Original: The Taming of the Shrew
País de Origem: Itália / EUA
Gênero: Comédia
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento: 1967
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures
Direção: Franco Zeffirelli

Dados Do Arquivo:



Tamanho: 1.33 GB 
Qualidade: DVDRip
Legenda: Pt-Br



sábado, 23 de abril de 2011

O NOME DA ROSA ( 1986 )


Sinopse.
O enredo de O Nome da Rosa gira em torno das investigações de uma série de crimes misteriosos, cometidos dentro de uma abadia medieval. Com ares de Sherlock Holmes, o investigador, o frade franciscano William de Baskerville, assessorado pelo noviço Adson de Melk, vai a fundo em suas investigações, apesar da resistência de alguns dos religiosos do local, até que desvenda que as causas do crime estavam ligadas a manutenção de uma biblioteca que mantém em segredo obras apócrifas,obras que não seriam aceitas em consenso pela igreja cristã da Idade Média, como é a obra risona criada por Eco e atribuída romantescamente à Aristóteles. A aventura de William de Baskerville é desta forma uma aventura quase quixotesca.
No romance, Umberto Eco relembra a problemática suscitada pelo nominalismo entre o que é essencial, que parece ser o nome da rosa como nome, em si um conceito, portanto um universal, dessa forma, eterno, imutável, imortal e de sua contraposição a rosa particular, individual no mundo, flor de existência única na realidade, que por acontecer, também é passageira, mortal e transitória.
O próprio nome do livro suscita uma questão que relembra a questão dos universais e dos particulares, que se refere a saber se o nome da rosa é universal ou particular. O quadro da questão pode ser representado de forma tradicional pelo quadrilátero de proposições lógicas. A questão se refere ao juízo que fazemos do nome da rosa: se ele é universal, por exemplo: O nome da rosa é imortal; particular: O nome da rosa é passageiro (mortal) e ainda: Nenhum nome da rosa é imortal ou: Algum nome de rosa é passageiro. Os vértices do quadrilátero seriam formados por esses quatro juízos. Seria algum desses juízos verdadeiro ou falso? Se sim ou não, nisso há alguma contradição? Haveria outras possibilidades, outras incertezas?
Eco sugere no O Nome da Rosa, um ambiente no qual as contradições, oposições, querelas e inquisições, no início do século XIV, justificam ações humanas, as virtudes e os crimes dos personagens, monges copistas de uma abadia cuja maior riqueza é o conhecimento de sua biblioteca. Para os personagens, a discussão do essencial e do particular, do espiritual e da realidade material, do poder secular e da insurreição, dos conceitos e das palavras entranham pelo mundo uma teia de inter-relações das mais conflituosas. A representação, a palavra e o texto escrito passam a ter uma importância vital na organização da abadia beneditina, gestando o microcosmo do narrador.
No O Nome da Rosa, conhecido e desconhecido tecem caminhos secretos pela abadia de pedra e representações, definindo uma história de investigação onde as deduções lógico-gramaticais, são nas mãos do autor similares àquelas dos romances policiais modernos. Por outro lado, a narrativa se afasta do simples romance policial não somente pelo fato de ser escrito ao final do século XX, mas porque expõe e aproxima-se de um mundo de incertezas. A arquitetura da abadia faz lembrar os (des)caminhos do labirinto da internet e a difícil situação de decidir politicamente em uma Itália dividida entre o norte rico e articulado e o sul pobre e violento. Esse Sul (Africae), mais representado que real, dito virtual em sua realidade, é no espaço socioeconômico do final do século XX mais que um elemento isolado.
Além disso, "O Nome da Rosa" é uma viagem imaginária à Idade Média europeia. A oportunidade de reflexão aberta das questões filosóficas, dos conceitos de certo e errado, de bem e mal, da moral cristã, do que está por trás dos conceitos e crenças atuais, mesmo que por contraste com o conjunto de questionamentos que ecoam dos séculos atrás, é uma herança a ser compartilhadas pelos leitores dessa obra aberta.
Ainda é importante mencionar que a biblioteca que serve como plano de fundo e personagem principal ao mesmo tempo é inspirada no conto A Biblioteca de Babel do argentino Jorge Luis Borges onde é apresentada uma biblioteca universal e infinita que abrange todos os livros do mundo. Para homenagear o escritor há o personagem Jorge de Burgos, que além da semelhança no nome é cego assim como Borges foi ficando ao longo da vida. Outra homenagem presente no nome é William de Baskerville que seria como um Sherlock Holmes na história, este tem como uma das suas principais aventuras O Cão dos Baskervilles.

Elenco
Sean Connery - William de Baskerville
Christian Slater - Adso de Melk
Helmut Qualtinger - Remigio da Varagine
Elya Baskin - Severinus
Michael Lonsdale - O abade
Volker Prechtel - Malachias
Feodor Chaliapin, Jr.- Jorge de Burgos
William Hickey - Ubertino da Casale
Michael Habeck - Berenger
Urs Althaus - Venantius
Valentina Vargas - A garota
Ron Perlman - Salvatore
Leopoldo Trieste - Michele da Cesena
Franco Valobra - Jerônimo de Kaffa
Vernon Dobtcheff - Hugh de Newcastle
Donald O'Brien - Pietro d'Assisi
Andrew Birkin - Cuthbert de Winchester
F. Murray Abraham - Bernardo Gui
Lucien Bodard - Cardeal Bertrand
Peter Berling - Jean d'Anneaux
Pete Lancaster - Bispo de Alborea

DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Jean-Jacques Annaud
Áudio: Inglês
Legendas: PT/BR
Duração: 132 min.
Qualidade: DVDRip 
Tamanho: 642MB/484MB
Formato: AVI/Rmvb
Servidor: Megaupload (parte única)




quinta-feira, 17 de março de 2011

HAIR (1979)

 

                                                                            
                                                              
                                                                        Sinopse

De passagem por Nova Iorque, um dia antes de se  alistar para a ir a Guerra do Vietnã, um rapaz do
interior conhece um grupo de hippies, com os  quais passa a conviver. Com eles, aprende a ver o
outro lado de uma guerra, e se apaixona por uma  jovem de família rica.


    Curiosidades

No Brasil o filme foi censurado na época de seu lançamento, sendo exibido nas salas de cinemas
brasileiras anos mais tarde, no início da década de 1980.
Algumas canções desse espetáculo e, depois, do filme, tornaram-se ícones culturais, como Let the
Sunshine In e, principalmente, Aquarius.
Madonna e Bruce Springsteen fizeram teste para participar do filme.
George Lucas foi convidado para dirigir o filme no início dos anos 70, mas recusou por estar
envolvido com as filmagens de American Graffiti (1973).Embora o roteiro do filme tenha se baseado no
espetáculo musical, as duas versões diferem muito, inclusive no enredo, na ordem das músicas e por quem são apresentadas, e na maneira que os personagens são apresentados



Elenco principal

John Savage .... Claude
Treat Williams .... Berger
Beverly D'Angelo .... Sheila Franklin
Annie Golden .... Jeannie
Dorsey Wright .... Hud
Don Dacus .... Woof
Cheryl Barnes .... noiva de Hud
Richard Bright .... Fenton
Nicholas Ray .... o general
Miles Chapin .... Steve



                                                                      DOWNLOAD