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sábado, 8 de outubro de 2011

Um Dia De Cão (1975)



SINOPSE
Em agosto de 1972 um assalto em um banco no Brooklyn chama a atenção da mídia e transforma-se em um show com uma enorme audiência. Era um roubo que teoricamente duraria apenas dez minutos, mas após várias horas os assaltantes estavam ainda cercados com reféns dentro do banco. Sonny (Al Pacino), o líder dos assaltantes, planejou conseguir dinheiro para Leon (Chris Sarandon), seu amante homossexual, fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Enquanto tudo se desenrola a multidão apóia e aplaude as declarações de Sonny e fica contrária ao comportamento da polícia.


DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Sidney Lumet
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 124 min.
Formato: RMVB
Tamanho: 402 MB
Servidor: Megaupload

domingo, 21 de agosto de 2011

Guerra E Paz (1956)




Sinopse
A ação do filme se inicia em 1805, na época que antecede a Batalha de Austerlitz, uma das muitas campanhas militares de Napoleão contra os impérios europeus. Nesta batalha, a coligação formada pela Áustria e Rússia foi derrotada pelos franceses, forçando os russos a assinarem um tratado de paz em 1807.


Na batalha, o príncipe Andrei é ferido heróicamente e é feito prisioneiro. Finda a guerra, retorna para Moscou e fica viúvo. Depois de 2 anos de retiro, ele se interessa por Natasha Rostov, filha de um nobre arruinado e grande paixão de seu amigo Pierre Bezukhov. Pierre, um intelectual e filho bastardo de um aristocrata que só reconhece os direitos dele quando morre, não gosta de armas. Pierre também não pode fazer à corte a Natasha, pois se casou com a prima, a desejável e infiel Helene. Quando se inicia uma nova guerra, a Rússia é invadida por Napoleão. Moscou é incendiada pelos próprios moradores para fustigarem e, por fim, repelirem os exércitos invasores.


Mas é uma tragédia que mudará as vidas de todas as pessoas do país.




Audrey Hepburn e Mel Ferrer
 
Elenco:
Ator/Atriz Personagem
Audrey Hepburn -  Natasha Rostov
Henry Fonda - Pierre Bezukhov
Mel Ferrer - Príncipe Andrei Bolkonsky
Vittorio Gassman - Anatole
Herbert Lom - Napoleão
Oskar Homolka - General Kutuzov
Anita Ekberg - Helene
Helmut Dantine - Dolokhov
Tullio Carminati - Príncipe Vasili Kuragine
Barry Jones - Conde Rostov




Audrey Hepburn

Principais prêmios e indicações:


Oscar 1957 (EUA)
  • Indicado nas categorias de melhor diretor, melhor figurino e melhor fotografia.
  • BAFTA 1957 (Reino Unido)
  • Indicado nas categorias de melhor filme de qualquer origem e mehor atriz (Audrey Hepburn).
  • Globo de Ouro 1957 (EUA)
  • Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro (Itália).
  • Indicado na categoria de melhor filme - drama, melhor atriz - drama (Audrey Hepburn), melhor diretor de cinema e melhor ator coadjuvante (Oskar Homolka).
  • Sindacato Nazionale Giornalisti Cinematografici Italiani 1957 (Itália)
  • Venceu nas categorias de melhor cenografia e melhor trilha sonora.
Curiosidades:
O salário de Audrey Hepburn neste filme foi de 350 mil dólares, o mais alto que uma atriz recebeu até aquela data.[1]


Audrey Hepburn e Mel Ferrer, dois dos protagonistas de Guerra e paz, estiveram casados entre 1954 e 
1968.



DADOS DO ARQUIVO
Diretor: King Vidor
Áudio: Inglês
Legendas: PT/Br (separadas)
Duração: 208 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 892 MB
Formato: AVI
Servidor: Multiupload (parte única)




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ENCONTRARÁS DRAGÕES (2011)





SINOPSE
Filmado durante a Guerra Civil Espanhola (1936/39), o escritor Robert Torres (Dougray Scott), nos anos 80, conta a história de dois amigos de infância, separados quando escolhem caminhos distintos. Josemaria Escrivá (Charlie Cox), (fundador da Opus Dei) escolhe o caminho da paz e torna-se padre, enquanto Manolo Torres (Wes Bentley), escolhe a vida de soldado, levado pelo ódio, pela violência e pela vingança. Cada um deles irá lutar para que o poder do perdão persista sobre as forças que destruíram a sua amizade … “Encontrarás Dragões” é também uma forma de mapas antigos denotarem um lugar onde havia perigo, ou um lugar desconhecido para ser explorado ... Ainda com a russa Olga Kurylenko e o brasileiro Rodrigo Santoro.


DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Roland Joffé
Áudio: Inglês
Legendas: Pt/Br (Separadas)
Duração: 116 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 755 Mb
Formato: AVI
Servidores: Rapidshare (parte única); Megaupload (parte única).

Rapidshare (parte única)
Megaupload (parte única)


quarta-feira, 20 de julho de 2011

CONDUZINDO MISS DAISY (1989)



Driving Miss Daisy (Conduzindo Miss Daisy (título no Brasil) ou Miss Daisy (título em Portugal)) é um filme estadunidense de 1989, do gênero comédia dramática, dirigido por Bruce Beresford. É uma adaptação da peça teatral de Alfred Uhry, também o autor do roteiro.

Atlanta, 1948; Uma rica judia de 72 anos (Jessica Tandy) joga acidentalmente seu Packard novo em folha no jardim premiado do seu vizinho. O filho (Dan Aykroyd), tenta convencê-la de que o ideal seria ela ter um motorista, mas ela resiste a idéia. Mesmo assim o filho contrata um afro-americano (Morgan Freeman) como motorista. Inicialmente ela recusa ser conduzida por este novo empregado, mas gradativamente ele quebra as barreiras sociais, culturais e raciais que existem entre eles, crescendo entre os dois uma amizade que atravessaria duas décadas. O filme recebeu nove indicações ao Oscar (1989).

Elenco principal

Jessica Tandy .... Daisy Werthan
Morgan Freeman .... Hoke Colburn
Dan Aykroyd .... Boolie Werthan
Patti LuPone .... Florine Werthan
Esther Rolle .... Idella
Joann Havrilla .... Miss McClatchey
William Hall Jr. .... Oscar
Alvin M. Sugarman .... Dr. Weil
Clarice F. Geigerman .... Nonie
Muriel Moore .... Miriam
Sylvia Kaler .... Beulah

Principais prêmios e indicações

Oscar 1990 (EUA)
Venceu nas categorias de melhor filme, melhor atriz (Jessica Tandy), melhor roteiro adaptado e melhor maquiagem.

Recebeu ainda indicações nas categorias de melhor ator (Morgan Freeman), melhor ator coadjuvante(Dan Aykroyd), melhor direção de arte, melhor edição (montagem) e melhor figurino.

 Globo de Ouro 1990 (EUA)
Venceu nas categorias de melhor filme - comédia / musical, melhor ator - comédia / musical (Morgan Freeman) e melhor atriz - comédia / musical (Jessica Tandy).

Festival de Cinema de Berlim 1990 (Alemanha)
Recebeu o Urso de Prata na categoria de atuação em conjunto (Morgan Freeman e Jessica Tandy).

Indicado ao Urso de Ouro.

BAFTA 1991 (Reino Unido)
Venceu na categoria de melhor atriz (Jessica Tandy).
Indicado em outras três categorias: melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro adaptado.

Prêmio David di Donatello 1990 (Itália)
Venceu na categoria de melhor atriz estrangeira (Jessica Tandy).

Fique sabendo:
A personagem "Florine Werthan" existe apenas no filme, e não na peça teatral no qual o filme foi baseado; ela foi criada pelo autor do roteiro e da peça teatral, Alfred Uhry, especialmente para a atriz Patti LuPone.

O autor e roteirista Alfred Uhry baseou a história de "Daisy" e "Hook" na história de sua própria avó e em seu motorista.

Jessica Tandy tinha 81 anos de idade quando recebeu o prêmio de melhor atriz, e foi a a atriz mais idosa da história do Oscar a recebê-lo.

Apenas Asas, em 1929, Grande hotel, em 1932 e Condusindo Miss Daisy, em 89, ganharam o oscar de melhor filme sem ser indicados na categoria de melhor diretor.

DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Bruce Beresford
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR (embutidas)
Duração: 81 min.
Qualidade: DVDRip
Formato: Avi
Tamanho: 1,12 GB
Servidor: RapidShare / Depositfiles (06 partes)


Links RapidShare
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6 

domingo, 10 de julho de 2011

QUANDO A NOITE CAI (1995)





Sinopse:
Professora de uma faculdade cristã vê seu mundo virar de cabeça para baixo ao se apaixonar por uma jovem e espirituosa artista de circo.


DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Patricia Rozema
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 93 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 339 MB
Formato: RMVB
Servidor: Fileserve/Hotfile

terça-feira, 14 de junho de 2011

A ÁRVORE DA VIDA ( 2011)




The Tree of Life (br/pt:A Árvore da Vida) é um filme americano de 2011, escrito e dirigido por Terrence Malick e estrelado por Brad Pitt, Sean Penn e Jessica Chastain. O filme mostra as origens e o significado da vida através dos olhos de uma família da década de 1950 no Texas, tendo temas surrealistas e imagens atráves do espaço e o nascimento da vida na Terra, levantando comparações com 2001: A Space Odyssey, de Stanley Kubrick. O filme estreou no dia 16 de maio no Festival de Cannes, vencendo a Palma de Ouro de Melhor Filme, depois de ter sido desenvolvido por Malick há décadas e ter sido adiado várias vezes. Foi lançado no dia 27 de maio de forma limitada nos Estados Unidos, recebendo críticas muito positivas.


Sinopse:
O filme segue a jornada da vida de Jack, pela inocência de sua infância para as desilusões de seus anos adultos enquanto ele tenta reconciliar a complicada relação com seu pai. Jack se encontra como uma alma perdida no mundo moderno, procurando respostas para a origem e o significado da vida, enquanto questiona a existência da fé



Elenco:
Brad Pitt como Sr. O'Brian
Sean Penn como Jack
Jessica Chastain como Sra. O'Brian
Hunter McCracken como jovem Jack
Laramie Eppler como R.L.
Tye Sheridan como Steve
Kari Matchett como Ex de Jack
Joanna Going como Esposa de Jack
Kimberly Whalen como Sra. Brown
Jackson Hurst como Tio Roy
Fiona Shaw como Avó
Crystal Mantecon como Elisa
Tamara Jolaine como Sra. Stone
Dustin Allen como George Walsh



Produção.



Desenvolvimento:
Terrence Malick apresentou o conceito de The Tree of Life para Bill Pohlad, chefe da River Road Entertainment, enquanto colaboravam em um rascunho para o filme Che. Pohlad inicialmente achou a ideia "maluca", porém quando o conceito evoluiu, ele começou a ficar con= The Tree of Life foi anunciado em 2005, com a companhia indiana Percept Picture Company financiando. O filme seria parcialmente filmado na Índia, com a pré-produção agendada para começar em janeiro de 2006. Colin Farrell e Mel Gibson estiveram relacionados ao projeto. Porém os planos não deram certo.


Em outubro de 2007, Pohlad anunciou seus planos para produzir o filme através da River Road. Sean Penn e Heath Ledger estavam sendo considerados para estrelar.[6] Em dezembro de 2007, Brad Pitt estava conversando com a produção para substituir Ledger, com Penn escalado para o filme.


Filmagens
As filmagens começaram no Texas. O diretor de fotografia Emmanuel Lubezki retornou para trabalhar com Malick após a colaboração em The New World. Locações incluíam Smithville, Houston, Matagorda, Bastrop, Austin e a cidade natal de Malick, Waco.


A árvore que dá nome ao filme é um grande carvalho. Ela foi extraída de uma propriedade a alguns quilômetros de Smithville. A árvore de 29 toneladas foi colocada em um caminhão e replantada em Smithville.


Pós-produção
Depois de quase trinta anos longe de produções de Hollywood, o famoso supervisor de efeitos especiais Douglas Trumbull contribuíu com os efeitos especiais de The Tree of Life. Malick, um amigo de Trumbull, falou com ele sobre o trabalho nos efeitos especiais e mencionou que não gostava do visual de imagens geradas por computador. Trumbull perguntou à Malick, "Por quê não fazer do jeito antigo? Do modo que fizemos em 2001?"


Lançamento:
Em março de 2009, o supervisor de efeitos especiais Mike Fink disse que uma versão do filme seria lançada em IMAX junto com uma versão convencional. O fime em IMAX revelou-se ser The Voyage of Time, um documentário se expandindo nas cenas, filmadas em IMAX, da "história do universo" em The Tree of Life, que os produtores decidiram lançar posteriormente para não "canibalizar" a estréia do filme.


O filme estreou no dia 16 de maio de 2011, em competição no Festival de Cannes. Terrence Malick queria que o filme fosse exibido fora da competição, porém seus produtores o convenceram do contrário. Em 27 de maio, o filme estreiou de forma limitada nos Estados Unidos.


Atrasos e questões de distribuição:
Por maio de 2009, The Tree of Life havia sido vendido para um grande número de distribuidores internacionais, incluindo França, Espanha, Reino Unido e Austrália,[15] porém ainda não possuía um distribuidor americano. Em agosto de 2009, foi anunciado que o filme seria distribuído nos EUA pela Apparition, uma nova distribuidora fundada pelo chefe da River Road Entertainment, Bill Pohlad, e pelo antigo chefe da Picturehouse, Bob Berney. Uma data de lançamento provisória foi anunciada para 25 de dezembro de 2009, porém o filme não estava completo na época. Os organizadores do Festival de Cannes conduziram negociações para ter a estréia no festival de 2010, com Malick enviando uma versão do filme para Thierry Fremaux e para o comitê de seleção de Cannes. Apesar de Fremaux ter adorado o corte e desejar muito mostrar o filme no festival,  Malick disse que sentia que o filme não estava pronto. Na véspera do Festival de Cannes de 2010, Berney subitamente anunciou sua saída da Apparition, deixando o futuro da companhia incerto.[19] Pohlad decidiu manter The Tree of Life na Apparition, depois de uma reestruturação, contratando Tom Ortenberg para ser o consultor no lançamento do filme. Uma nova data de lançamento foi marcada para o final de 2010, na época das considerações para os grandes prêmios.


No final, Pohlad decidiu fechar a Apparition e vender os direitos do filme. Exibições privadas para interessar a Fox Searchlight Pictures e a Sony Pictures Classics ocorreram no Festival de Cinema de Telluride de 2010. Em 9 de setembro, a Fox Searchlight anunciou a aquisição de The Tree of Life.
Em 28 de março de 2011, foi noticiado que a Icon Entertainment, distribuidora do filme no Reino Unido, estava planejando lançar The Tree of Life em 4 de maio de 2011. Isso faria o Reino Unido a primeira região a ver o filme,[24] antecedendo a estréia esperada no Festival de Cannes de 2011, o que disqualificaria o filme de uma inclusão na Palma de Ouro.[25] Como resultado, um surto de interesse no filme se desenvolveu internacionalmente.[24] Representantes da Fox Searchlight disseram que essa estréia britânica era "improvável";  mesmo assim, a Icon manteve a estréia do filme para 4 de maio. Em 31 de março, a Summit Entertainment anunciou que a Icon havia perdido os direitos de distribuir The Tree of Life no Reino Unido por não cumprimento de contrato.


Divulgação:
Um pôster promocional do filme foi revelado no American Film Market em 3 de novembro de 2010.[29] O trailer estreou nos cinemas americanos em 3 de dezembro de 2010, anexado as cópias de Black Swan. Duas fotos oficiais do filme haviam sido lançadas no dia anterior. O trailer foi lançado oficialmente na internet no dia 15 de dezembro, junto com um novo pôster.
No Brasil, o trailer foi anexado às cópias de Bruna Surfistinha.
O pôster teatral foi lançado na internet no dia 28 de março de 2011, junto com uma página Tumblr contendo imagens do filme. 


Em 7 de abril, a Fox Searchlight Pictures revelou um novo site promocional, TwoWaysThroughLife.com, contendo 20 vídeos curtos do filme.


Recepção:
Brad Pitt promovendo o filme no Festival de Cannes 2011.
As primeiras reações no Festival de Cannes foram polarizadas, com o filme atraindo vaias e aplausos. Mesmo assim, The Tree of Life foi recebido com críticas muito positivas pela imprensa especializada, vencendo a prestigiada Palma de Ouro do festival. No site Rotten Tomatoes o filme possui um índice de aprovação de 86%, com uma nota média de 8,2/10. O consenso é "O estilo singular deliberado de Terrence Malick pode não ser recompensador para alguns, mas para um espectador paciente, The Tree of Life é um deleite emocional como visual".[37] No agregador Metacritic, o filme tem um indíce de 87/100, baseado em 36 resenhas, indicando "aclamação universal".
Roger Ebert deu ao filme quatro estrelas de quatro e escreveu, "The Tree of Life é um filme de vasta ambição e de profunda humildade, tentando nada menos do que englobar toda a existência e vê-la através do prisma de algumas vidas infinitésimas" e "Houve vários diretores que ansiavam por fazer nada menos que uma obra prima, porém agora há poucos. Malick se manteve verdadeiro a essa esperança desde seu primeiro filme em 1973".
Peter Bradshaw do The Guardian deu ao filme perfeitas cinco estrelas e afirmou que é uma "descarada reflecção (reflexão) épica sobre amor e perda" e um "filme maluco e magnífico".
Todd McCarthy, do The Hollywood Reporter, afirma "Brandindo uma ambição é provável que nenhum filme, incluindo este, possa cumprir integralmente, The Tree of Life é mesmo assim um trabalho singular, um inquérito metafísico impressionista sobre o lugar da humanidade no grande esquema das coisas que enviam ondas de percepções em meio a suas imprecisões narrativas"Justin Chang, escrevendo para a Variety, diz que o filme "representa algo extraordinário" e "é de muitas formas o trabalho mais simples e o mais complicado [de Malick], uma odisséia transfixante através do tempo e memórias que mesclam a formação de um garoto dos anos 1950 com uma magistral reflexão sobre as origens da Terra". Peter Travers da Rolling Stone deu ao filme quatro estrelas e meia de cinco, e diz, "Filmado com um olho poético, o filme de Malick é pioneiro, uma visão pessoal que se atreve a alcançar as estrelas". A. O Scott do The New York Times elogiou muito o filme e disse que, "A enorme beleza do filme é quase esmagadora, porém como outros trabalhos de arte com espiríto religioso, suas glórias estéticas são amarradas a um propósito humilde e exaltado, que é fazer brilhar a luz do sagrado e da realidade secular".


Dados do Arquivo:
Título Original: The Tree of Life
Título Traduzido: A Árvore da Vida
Duração: 138 Min
Gênero: Drama
Ano de Lançamento: 2011
Tamanho: 700 MB
Formato: Avi
Qualidade: CAM
Idioma: Inglês


segunda-feira, 13 de junho de 2011

O PADRE ( 1994 )



Padre Greg (Linus Roache) é enviado para trabalhar em uma paróquia em Liverpool. Ele fica surpreso ao ver que seu novo superior, padre Matthew (Tom Wilkinson), não cumpre o celibato, mantendo um relacionamento com uma mulher. Este é apenas o primeiro fator que fará com que Greg entre em conflito e questione algumas regras da Igreja. Um segundo fator é a descoberta da própria homossexualidade, quando se apaixona por um rapaz (Robert Carlyle). Mas o que mais o tortura é quando uma menina de 14 anos lhe conta que sofre abusos por parte do pai, mas Greg está de mãos atadas pelo sigilo da confissão. Dividido entre sua vocação e sua sexualidade, entre as regras da Igreja e os problemas que testemunha, Greg teme ter sua fé abalada.


DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Antonia Bird
Áudio: Inglês
Legendas: Português (separadas)
Duração: 96 min
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 693 MB
Formato: AVI
Servidor: Fileserve ( parte única )



ÚLTIMO TANGO EM PARIS ( 1972 )



Último Tango em Paris (italiano: Ultimo Tango a Parigi; francês: Le Dernier Tango à Paris) é um drama erótico franco-italiano de 1972, dirigido por Bernardo Bertolucci e estrelado por Marlon Brando e a então desconhecida Maria Schneider. Considerado uma obra-prima cinematográfica  e um sucesso de bilheteria mundial, a violência sexual e o caos emocional do filme levaram a uma grande polêmica internacional sobre ele, que provocou vários níveis de censura governamental ao redor do mundo.



Sinopse:
A ilustração descreve uma cena do filme em sua iluminação, direção de arte e posição dos atores.
Paul (Brando), um americano de meia-idade em Paris, em luto pela morte da mulher recém acontecida, encontra-se num apartamento anunciado para aluguel com uma jovem parisiense de espírito livre, Jeannie (Schneider), que os dois estavam interessados em alugar. Sem se conhecerem, começam a ter relações sexuais no local e Paul exige que eles não troquem qualquer tipo de informação um do outro, nem seus nomes.

Paul aluga o apartamento e o casal continua a encontrar-se ali até o dia em que Jeannie vai ao apartamento para mais um encontro e vê que Paul desapareceu, levando suas malas. Mais tarde, ele a encontra na rua e a leva a uma casa de tangos, onde diz que pretende iniciar nova relação com ela, conhecendo-se melhor, e começa a contar-lhe sua vida. Jeannie se desilude com a perda do anonimato e rompe o relacionamento. Sem querer perdê-la, Paul a segue até o apartamento onde ela morava com a mãe, onde a relação termina em tragédia.


Produção:
A idéia do filme veio das fantasias eróticas de Bertolucci, que certa vez viu uma bela mulher desconhecida na rua e imaginou em ter relações sexuais com ela sem nem saber quem era. O roteiro foi escrito por ele, Fanco Arcalli e Agnès Varda, que cuidou dos diálogos adicionais. A fotografia foi entregue ao premiado Vittorio Storaro.
Bertolucci havia considerado Jean-Louis Trintignant e Dominique Sanda para os papéis principais, mas Trintignant acabou recusando o roteiro e quando Brando o aceitou, Sanda estava grávida e não pode mais fazer o filme. A trilha sonora jazzística, que se tornou famosa, é do compositor e arranjador argentino Gato Barbieri, transformado em estrela internacional da música após o sucesso do filme.

Assim como em filmes anteriores, Marlon Brando recusou-se a decorar suas falas em várias cenas. Ao invés disso, ele escrevia as falas em cartazes espalhados pelo set de filmagem e deixava o problema de não enquadrá-los na câmera para Bertolucci e Storaro. Durante o monólogo sobre a morte de sua mulher, por exemplo, sua dramática expressão levantando os olhos enquanto falava, não é um recurso de interpretação, mas uma procura pelo próximo cartaz. Ele chegou a pedir a Bertolucci para escrever algumas falas nas costas de Schneider, o que o diretor recusou.

Durante as entrevistas de publicidade para o lançamento do filme, Bertolucci declarou que 'Maria tinha desenvolvido uma fixação edipiana em Brando'. Na mesma ocasião, ela declarou que 'Brando lhe tinha enviado flores e se comportado como um pai durante as filmagens',  mas negou a afirmação anos depois, dizendo que "Brando tentou uma relação paternalista comigo, mas o que houve não era exatamente uma relação entre pai e filha." Mais tarde, Schneider deu outras declarações sobre humilhação sexual durante as filmagens:

"Eu deveria ter chamado meu agente ou meu advogado ao set, porque não se pode forçar alguém a fazer algo que não esteja no roteiro, mas na época, eu não sabia disso. Marlon me disse: 'Maria, não se preocupe, é só um filme'. Mas durante a famosa cena, mesmo que ele não estivesse me possuindo realmente, eu me senti humilhada e as minhas lágrimas eram verdadeiras. Me senti algo estuprada, tanto por Brando quanto por Bertolucci. Após a cena, Marlon não me consolou nem se desculpou. Felizmente, foi gravado em apenas uma cena."

Maria depois declararia que fazer o filme foi 'o único arrependimento de sua vida', que ele 'havia arruinado sua carreira' e que considerava Bernardo Bertolucci um 'gangster e um cafetão'. Assim como Schneider, Brando depois declarou sentir-se violado e humilhado pelo filme e disse a Bertolucci que 'se sentia completamente e interiormente violado por ele e que jamais faria outro filme como aquele'.



Repercussão internacional:
A famosa cena em que Paul (Brando) sodomiza Jeannie (Schneider) com ajuda de manteiga, causou escândalo, polêmica e censura mundial ao filme.
Último Tango em Paris estreou nos Estados Unidos diante de uma enorme controvérsia. O frenesi da imprensa em torno dele gerou enorme interesse do público assim como grande condenação moral, levando a reportagens de capa nas duas maiores maiores revistas semanais do país, TIME - que colocou Brando na capa  e Newsweek. 

O Village Voice descreveu passeatas de comitês de moralidade na porta de cinemas e 'mulheres bem vestidas vomitando'. Vincent Canby, crítico do The New York Times, descreveu o contexto sexual do filme como 'a expressão artística da era de Norman Mailer'. O principal centro do escândalo provocado, são as cenas de penetração anal, onde 'Paul' sodomiza 'Jeannie' usando manteiga como lubrificante  e quando ele pede a ela que enfie os dedos em seu ânus ou prometa fazer sexo com um porco, provando sua devoção a ele.

A prestigiada crítica Pauline Kael, da revista The New Yorker, deu ao filme um dos mais entusiáticos endossos de sua carreira profissional, considerando que ele tinha 'mudado a face de uma forma de arte, um filme que as pessoas esperam por ele há muito, muito tempo, desde que filmes existem'. Seu elogio, vindo de alguém tão comedida neles e com tanto prestígio na indústria, foi republicado pela United Artists num anúncio do filme em página dupla na edição dominical do New York Times. Ele é considerado, inclusive, como a mais influente crítica de sua carreira.

O diretor Robert Altman assistiu ao filme e declarou que saiu da sala de projeção e disse a si próprio, "Quem vai se preocupar se eu fizer um novo filme? Minha vida pessoal e artística nunca mais será a mesma". Brando e Bertolucci foram ambos indicados ao Oscar como melhor ator e melhor diretor.

Na França, onde o Le Journal du Dimanche o chamou de um dos maiores filmes da história, o público enfrentava filas de duas horas nas ruas durante seu primeiro mês de exibição em sete cinemas de Paris.

Na Grã-Bretanha, os censores diminuíram a duração da cena de sodomia para permitir que ele estreasse no país. enquanto políticos conservadores lamentavam a decisão como 'uma licença para a degradação'.

Na Itália, o filme foi lançado apenas em dezembro de 1975, mas uma semana depois a polícia confiscou todas as cópias por ordem da Justiça e Bernardo Bertolucci foi processado por obscenidade. Após vários apelos em diversas instâncias, a Suprema Corte Italiana selou o destino do filme na Itália, ordenando que todas as cópias fossem destruídas. Bertolucci foi condenado a quatro meses de prisão, sentença suspensa, e teve seus direitos civis e políticos cassados por cinco anos.
Apenas em 1987, quinze anos após seu lançamento original, com a entrada em vigor de uma nova lei de costumes, Tango pôde finalmente ser exibido integralmente na Itália.

No Brasil, por causa da censura militar, o filme só foi liberado em 1979. e no Chile de Augusto Pinochet, passou trinta anos proibido.

Elenco:
Marlon Brando… Paul
Maria Schneider… Jeanne
Jean-Pierre Léaud… Tom
Massimo Girotti… Marcel
Maria Michi
Giovanna Galletti
Luce Marquand

DADOS DO ARQUIVO
Diretor: Bernardo Bertolucci
Áudio: Inglês/Francês
Legendas: Português (separadas)
Duração: 124 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 699 MB
Formato: AVI
Servidor: Fileserve





quinta-feira, 9 de junho de 2011

UMA MENTE BRILHANTE ( 2001 )



Uma Mente Brilhante (em inglês: A Beautiful Mind), é um filme  de 2001, do gênero drama biográfico, dirigido por Ron Howard, sobre a vida do matemático John Forbes Nash.


O roteiro foi baseado no livro homônimo de Sylvia Nasar, uma biografia muito precisa e abrangente da vida de Nash, adaptado por Akiva Goldsman, que alterou vários fatos relativos à vida e à doença de Nash por razões comerciais ou para maior efeito dramático e, por essa razão, recebeu várias críticas.
O filme foi produzido por Ron Howard e Brian Grazer, para a Universal Studios e DreamWorks.


Sinopse:
John Nash é um matemático prolífico e de pensamento não convencional, que consegue sucesso em várias áreas da matemática e uma carreira acadêmica respeitável. Após resolver na década de 1950 um problema relacionado à teoria dos jogos, que lhe renderia, em 1994, o Prémio de Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel (não confundir com o Prémio Nobel), Nash se casa com Alicia. Após ser chamado a fazer um trabalho em criptografia para o Governo dos Estados Unidos da América, Nash passa a ser atormentado por delírios e alucinações. Diagnosticado como esquizofrênico, e após várias internações, ele precisará usar de toda a sua racionalidade para distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal.


Elenco:
Russell Crowe.... John Forbes Nash Jr.
Jennifer Connelly.... Alicia Nash
Ed Harris.... William Parcher
Paul Bettany.... Charles
Adam Goldberg .... Sol
Vivien Cardone .... Marcee
Judd Hirsch .... Helinger
Josh Lucas.... Hansen
Anthony Rapp .... Bender
Christopher Plummer.... Dr. Rosen
David B. Allen .... John Nash Jr. com treze anos


Principais prêmios e indicações.


Oscar 2002 (EUA)
Venceu nas categorias de melhor filme, melhor roteiro adaptado, diretor e melhor Atriz (coadjuvante/secundária) (Jennifer Connelly).


Indicado nas categorias de melhor ator (Russell Crowe), melhor trilha sonora original (James Horner), melhor edição (Mike Hill e Daniel P. Hanley) e melhor maquiagem (Greg Cannom e Colleen Callaghan).
BAFTA 2002 (Reino Unido)


Venceu nas categorias de melhor ator em papel principal (Russell Crowe) e melhor Atriz (coadjuvante/secundária) (Jennifer Connelly).
Indicado nas categorias de melhor filme e melhor roteiro adaptado.


Ron Howard foi indicado ao prêmio David Lean de melhor direção.


Globo de Ouro 2002 (EUA)


Venceu nas categorias de melhor filme - drama, melhor atuação de um ator em cinema - drama (Russell Crowe), melhor atuação de uma atriz em papel coadjuvante em cinema (Jennifer Connelly) e melhor roteiro - cinema.


Indicado nas categorias de melhor diretor - cinema e melhor trilha sonora - cinema.


MTV Movie Awards 2002 (EUA)
Indicado na categoria de melhor atuação masculina (Russell Crowe).




Dados do arquivo:
Diretor: Ron Howard
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 135 min.
Qualidade: DVDRip (RMVB)
Tamanho: 440 MB
Servidor: Fileserve

domingo, 5 de junho de 2011

APOCALYPSE NOW ( 1979 )



Apocalypse Now é um filme americano de 1979, do gênero suspense de guerra, realizado por Francis Ford Coppola, baseado no livro Heart of Darkness de Joseph Conrad.

Sinopse:
Em plena Guerra do Vietnam, por volta de 1969, um alto comando do exército americano designa o capitão Willard para matar o coronel Kurtz este que tinha enlouquecido chegando a assassinar inocentes no interior da selva do Camboja.
Subindo o rio num barco de patrulha e escoltado por quatro soldados, Willard depara-se com situações inacreditáveis e absurdas geradas pela guerra enquanto examina os documentos a respeito do coronel. Ao chegar ao seu destino, percebe que os nativos adoram Kurtz como a um Deus e terá de decidir se cumpre ou não a sua missão.

Fique Sabendo:
# O filme tem duas versões. A segunda, feita em 2001, chama-se "Apocalypse Now Redux" e tem 210 minutos, 60 minutos a mais de cenas adicionais. Esta versão foi reeditada pelo próprio Francis Ford Coppola.

# Enquanto trabalhava como assistente para Francis Ford Coppola no filme The Rain People, George Lucas encorajou seu amigo e cineasta John Milius a escrever um filme sobre a Guerra do Vietnã. Millius teve a ideía de adaptar a trama Heart of Darkness de Joseph Conrad para a Guerra. Ele queria dirigir o o filme e sentiu que George Lucas era a pessoa certa para o trabalho. No entanto, o também cineasta Carroll Ballard diz que Apocalypse Now foi sua idéia em 1967 antes de Milius escrever o roteiro. Ballard tinha um acordo com o produtor Joel Landon e eles tentaram conseguir direitos do livro de Conrad mas não obtiveram sucesso. Lucas adquiriu os direitos mas falhou em dizer à Ballard e Landon.

# Copolla deu à Milius 15 mil dólares para escrever o roteiro com promessa de adicionais 10 mil se fosse realizado. Miliuis diz que escreveu o roteiro em 1969 e que foi originalmente chamado de "The Psychedelic Soldier". Ele queria usar a história de Conrad como "uma espécie de alegoria. Teria sido simples demais para ter seguido o livro completamente". Ele baseou as personagens Williard e um pouco de Kurtz em um amigo, Fred Rexer, que havia vivenciado a cena citada pela personagem de Marlon Brando onde os braços dos habitantes das vilas são decepados pelos Vietcongues. Milius mudou o título do filme para Apocalypse Now inspirado em um button popular entre os hippies na década de 1960 que dizia, "Nirvana Now".

# O filme é baseado na obra Heart of Darkness, de Joseph Conrad. Nesse livro, o alter-ego de Conrad, Marlow, curioso das terras inexploradas ou quase-inexploradas da África, resolve empregar-se numa companhia belga de extração de marfim. Uma vez no Congo, decepciona-se com o tratamento desumano dispensado aos nativos pelos colonizadores, e com o estado de abandono da colônia. É designado, então, para acompanhar o grupo que partirá em busca de Kurtz, um homem cheio de ideais humanitários, dotado de excepcionais qualidades intelectuais e artísticas, que há meses não manda notícias de si (nem do marfim). Tanto no filme quanto no livro, Kurtz parece ser o retrato da falência do humanitarismo sob interesses ambiciosos e egoístas.

# Joseph Conrad esteve no interior do Congo Belga, trabalhando para uma empresa de exploração de marfim. Mas não é certo que tenha encontrado o Sr. Kurtz.
As filmagens de Apocalipse Now! deram origem ao filme O Apocalipse de um cineasta (1991), a que cabe a célebre frase de Kurtz: "O horror! O horror!"
"Mistah Kurtz, he dead" é a notícia dada por um nativo, no livro de Conrad. Essa mesma frase serve de epígrafe ao poema The Waste Land, de T. S. Eliot.
O poema que o Coronel Kurtz lê, na presença de Willard, é The Hollow Men, de T.S. Eliot.
Uma tomada de câmera revela que The Golden Bough era um dos livros preferidos do Coronel Kurtz.
A canção do início do filme, com cenas de um incêndio na floresta, provocado por um ataque estadunidense de bombas napalm, sendo repetida numa versão diferente no final do filme (morte do Coronel Kurtz), é The End, um dos maiores sucessos da banda de rock The Doors.
Jim Morrison, vocalista da banda The Doors, cursou a escola de cinema da Universidade da Califórnia (UCLA), onde conheceu Francis Ford Coppola.
Numa das mais famosas cenas do filme é também utilizada A Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner.
Marlon Brando, que aparece somente na parte final do filme, exigiu que seu personagem fosse mostrado somente em tomadas escuras, a fim de disfarçar a sua obesidade, o que acabou dando ao seu personagem, o "Coronel Kurtz", um ar sombrio e enigmático.
O ator Martin Sheen sofreu um enfarte durante as filmagens.
Coppola demoraria três anos para finalizar o filme, que foi iniciado em 1976.
Copolla ameaçou suicidar-se por várias vezes durante as filmagens, que foram todas feitas nas Filipinas apesar da história se passar no Vietnã.
Jim Morrison, vocalista do The Doors, estudou com Coppola na faculdade de cinema da UCLA. Uma homenagem do diretor foi inserir a música dos Doors, 'The End', na trilha de Apocalypse Now. Além de encaixar-se no contexto do filme, a música fez a banda ser conhecida pela nova geração de fãs.
Laurence Fishburne mentiu a idade para participar do filme. Ele tinha então apenas 14 anos.
Há um álbum de 2Pac intitulado "2Pacalypse Now" provavelmente uma referência ao título do filme.


Principais prêmios e nomeações:
Oscar 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de Melhor fotografia (Vittorio Storaro) e Melhor som (Walter Murch, Mark Berger, Richard Beggs e Nathan Boxer).
Nomeado nas categorias de Melhor direção de arte, Melhor filme - drama, Melhor actor coadjuvante/secundário (Robert Duvall), Melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola) e Melhor edição (Lisa Fruchtman, Gerald B. Greenberg, Richard Marks e Walter Murch)
Festival de Cannes 1979 (França)
Recebeu a Palma de Ouro e o Prêmio FIPRESCI.
Globo de Ouro 1980 (EUA)
Ganhou nas categorias de Melhor realizador/diretor (Francis Ford Coppola), Melhor actor coadjuvante/secundário (Robert Duvall), Melhor argumento original (Carmine Coppola e Francis Ford Coppola)
Academia Japonesa de Cinema 1981 (Japão)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
BAFTA 1980 (Reino Unido)
Venceu nas categorias de "Melhor direção" e "Melhor ator coadjuvante/secundário" (Robert Duvall).
Indicado nas categorias de "Melhor ator" (Martin Sheen), "Melhor fotografia", "Melhor edição", "Melhor filme", "Melhor desenho de produção" e "Melhor trilha sonora".
Indicado ao "Prêmio Anthony Asquith" para "Música de filme".
Grande Prêmio BR do Cinema Brasileiro 2002 (Brasil)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
Prêmio César 1980 (França)
Indicado na categoria de "Melhor filme estrangeiro".
Prêmio David di Donatello 1980 (Itália)
Venceu na categoria de "Melhor diretor - filme estrangeiro".

Elenco:
Martin Sheen.... capitão Benjamin L. Willard
Marlon Brando.... coronel Walter E Kurtz
Robert Duvall.... tenente-coronel Bill Kilgore
Frederic Forrest.... Jay 'Chef' Hicks
Sam Bottoms.... Lance B. Johnson
Laurence Fishburne.... Tyrone 'Clean' Miller
Albert Hall.... chefe Phillips
Harrison Ford.... major Lucas
Dennis Hopper.... fotojornalista

DADOS DO ARQUIVO:
Diretor: Francis Ford Coppola
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 153 min.
Qualidade: DVDRip
Tamanho: 1,35 GB
Servidor: Megaupload (6 partes)


quinta-feira, 2 de junho de 2011

BRAVURA INDÔMITA ( 1969 )




True Grit (br: Bravura Indômita / pt: Velha Raposa) é um filme estadunidense de 1969, do gênero faroeste, dirigido por Henry Hathaway, com roteiro baseado em livro de Charles Portis, e trilha sonora de Elmer Bernstein.
O filme ficou famoso por trazer John Wayne no papel de um pistoleiro bêbado e caolho, de certa forma uma paródia de si mesmo.
Em 1975 foi filmada a sequência (Rooster Cogburn).


Sinopse:
Uma menina, Mattie Ross, contrata por cem dólares o xerife "Rooster" Cogburn, para que ele capture o assassino de seu pai.
Ela exige ir junto com ele na missão, para ter certeza que a meta seja cumprida. Na perseguição, eles acabam por entrar em território índio, na intenção de alcançarem o criminoso.


Elenco:
John Wayne .... xerife Reuben J. "Rooster" Cogburn
Glen Campbell .... sargento LaBoef
Kim Darby .... Mattie Ross
Jeremy Slate .... Emmett Quincy
Robert Duvall .... "Lucky" Ned Pepper
Dennis Hopper .... Moon Garrett
Alfred Ryder .... Goudy
Strother Martin .... coronel G. Stonehill
Jeff Corey .... Tom Cheney
Ron Soble .... capitão Boots Finch
John Fiedler .... J. Noble Daggett
James Westerfield .... juiz Isaac Parker
Donald Woods .... Barlow


Principais prémios e nomeações.
Oscar 1970 (EUA)
Venceu na categoria de melhor ator (John Wayne).
Indicado na categoria de melhor canção original (True Grit).



Globo de Ouro 1970 (EUA)
Venceu na categoria de melhor ator - drama (John Wayne).
Indicado nas categorias de melhor canção original (True Grit) e melhor revelação masculina (Glen Campbell).


BAFTA 1970 (Reino Unido)
Indicado na categoria de melhor revelação feminina (Kim Darby).




sábado, 21 de maio de 2011

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (1939)




Wuthering Heights ( português como O Morro dos Ventos Uivantes, O Monte dos Vendavais ou ainda Colina dos Vendavais), lançado em 1847, foi o único romance da escritora britânica Emily Brontë. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX. Teve várias adaptações para o cinema, uma delas sendo dirigida pelo cineasta britânico A. V. Bramble, e para televisão, originando uma canção de sucesso, "Wuthering Heights", composta e interpretada por Kate Bush, uma das faixas do álbum The Kick Inside, de 1978.


Sinopse:
Toda a história, com poucas exceções, é contada pela testemunha ocular de todos os acontecimentos, uma governanta chamada Ellen Dean, ao locatário da propriedade Thrushcross Grange, também traduzida como Granja da Cruz dos Tordos, em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra, enquanto este se encontrava adoentado.
No início da trama, o patriarca da família Earnshaw resolve fazer uma viagem e traz consigo um pequeno órfão, que todos acham ser um cigano, porém sua procedência não é revelada em hora alguma da narrativa, ao qual denominam Heathcliff. Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo, Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino. Sua irmã, Catherine, se afeiçoa por Heathcliff.
Quando o Sr. e a Sra. Earnshaw morrem, Hindley sujeita Heathcliff a várias humilhações. Este passa a ficar bruto e melancólico. Apesar do amor entre ele e Catherine, ela decide casar com Edgar Linton, por esse ter melhores condições de sustentá-la que Heathcliff.
Heathcliff sai do Morro dos Ventos Uivantes e, quando volta, está rico, chamando a atenção de Catherine e despertando ciúmes em seu marido. Catherine tem uma filha de Edgar e morre logo em seguida. Heathcliff resolve se vingar de Edgar e de Hindley.
Primeiro se casa com Isabella, irmã de Edgar. Logo após, Isabella se lamenta de ter casado com Heathcliff, abandona-o e tem um filho chamado Linton, enquanto está longe de seu marido. Hindley cai no vício do jogo e da bebida e perde todos os seus bens para ele. Hareton, filho de Hindley, consequentemente, fica sem herança - mas apesar disso, considera Heathcliff uma pessoa de alta moral, não permitindo que se fale mal de sua pessoa. Antes da morte de Edgar, Heathcliff casa Linton e Cathy (filha de Catherine e Edgar). Cathy descobre-se sem bens, quando seu marido Linton morre e Heathcliff apresenta um testamento onde seu filho lhe passava tudo quanto possuía. Pensando já ter se vingado, percebe nos últimos descendentes das casas da Granja da Cruz dos Tordos e do Morro dos Ventos Uivantes o olhar de seus antepassados e a paixão entre os dois, morrendo só em sua loucura e solidão. Como último desejo é enterrado junto com Catherine, seu grande amor. Deste dia em diante muitos juram ver sempre um casal vagando pelas charnecas do Morro.
Página da primeira edição 1847.

Fique Sabendo:
# A mais antiga adaptação de Wuthering Heights foi filmada na Inglaterra, em 1920, e dirigida por A. V. Bramble.
# A mais famosa filmagem é a de 1939, estrelando Laurence Olivier e Merle Oberon, sob a direção de William Wyler. Essa adaptação elimina a segunda geração da história (jovem Cathy, Linton e Hareton). Em 1939, venceu o New York Film Critics Circle Award como melhor filme, e foi indicado ao Oscar de filme.
# O filme de 1970, com Timothy Dalton como Heathcliff foi a primeira versão colorida do romance, e é interessante pois supõe que Heathcliff pode ser meio-irmão ilegítimo de Cathy. O caráter de Hindley é retratado de maneira mais simpática, e a história é alterada.
# Em 1978 foi lançada pela BBC uma minissérie, estrelada por Ken Hutchison (como Heathcliff) e Kay Adshead (como Catherine).
O filme Wuthering Heights de 1992, estrelando Ralph Fiennes e Juliette Binoche é interessante por incluir a segunda geração, antes omitida, na história.
# Em 1998 foi lançado mais um filme, dirigido por David Skynner, com Robert Cavanah e Orla Brady como protagonistas e ainda a participação de Matthew Macfadyen como Hareton Earnshaw. Versão muito interessante, em que o casal Cathy (Linton) e Hareton é destacado de maneira bela e doce.
# Outras adaptações interessantes da história incluem a do espanhol Luis Buñuel em 1954, com Heathcliff e Cathy renomeados como Alejandro e Catalina. Em 2003, a MTV produziu uma versão na moderna Califórnia, com personagens como colegiais.
# O romance tem sido popular em ópera e cinema, ressaltando as óperas escritas por Bernard Herrmann e Carlisle Floyd (ambos fixando a primeira metade do livro) e um musical de Bernard J. Taylor, com uma canção de Kate Bush.
# No outono de 2008, Mark Ryan lançou uma dramatização musical narrada por Beowulf e Ray Winstone. Ele também dirigiu o video para a canção "Women", com Jennifer Korbee, Jessica Keenan Wynn e Katie Boeck.
# Em agosto de 2009, ITV levou ao ar uma série em duas partes, estrelando Tom Hardy, Charlotte Riley, Sarah Lancashire, e Andrew Lincoln.
# Anunciado em maio de 2009, o diretor Andrea Arnold prepara adaptação de uma nova versão, estrelando Kaya Scodelario como Cathy...
# No Brasil duas telenovelas foram feitas, em 1967 e 1973, respectivamente O Morro dos Ventos Uivantes e Vendaval.


Traduções:
A primeira tradução de Morro dos Ventos Uivantes no Brasil foi feita em 1938, por Oscar Mendes, então da Editora Globo[6]. Tradução essa que, em vários pontos, difere do original—Por exemplo, no nono capítulo há um trecho duma antiga balada dinamarquesa, traduzida para o Scots como The Ghaist's Warning (O Aviso do Fantasma), que em tal tradução é substituída por uma canção infantil popular portuguesa (Chô Chô Pavão). A balada original que traduzida seria, "Era tarde da noite e as crianças choravam; a mãe debaixo da terra aquilo ouviu (...)" , faz uma alusão à fala de Nelly quando Hindley joga Hareton escada abaixo "Não me admira que a mãe dele não levante da cova", e sendo substituída faz a passagem perder o sentido.
Em 1947, foi feita tradução por Raquel de Queirós, pela Livraria José Olympio Editora. Atualmente, há outra tradução, por Ana Maria Chaves.
Em 1971, a Editora Bruguera lançou o Morro dos Ventos Uivantes, na sua Coleção "Livro Amigo", volume 44, com tradução de Vera Pedroso, acompanhado de uma Notícia Biográfica sobre Ellis e Acton Bell e um Prefácio do Editor, por Charlotte Bronte. Foi editado em convênio com o Instituto Nacional do Livro.
A Editora Abril, em 1971, lançou "Os Imortais da Literatura Universal", em que o Morro dos Ventos Uivantes foi o 10º volume, utilizando a tradução de Oscar Mendes, sob licença da Editora Globo.Vale ressaltar que nesta tradução os nomes de alguns personagens são diferentes.A irmã de Edgar Linton não se chama Isabella e sim Isabel.Não vemos o nome de ambas Catherine,e sim Catarina.A esposa de Hindley,chama-se Francisca e não Frances,e por fim Ellena "Nelly" Dean é Helena.
Em 2010, a Editora Abril lançou a nova Coleção "Clássicos Abril", em que é o volume 23, dessa vez utilizando a tradução de Raquel de Queirós, originalmente da Livraria José Olympio Editora.


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